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O meu santo protector

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Calhou-me como santo protector para 2013 o dominicano português, São Gonçalo de Amarante. E hoje é a sua festa. Aqui deixo uma pequena biografia sobre ele. No dia 1, quando comentava com uma Irmã, que também lhe tinha calhado o mesmo Santo (vai ter muito trabalho connosco!), dizia-lhe: Irmã... fazer pontes! Ao que ela respondeu: Isso é que é mais difícil. Às vezes deitam-nas abaixo. Tive de lhe dar razão. Aqui fica, então uma pequena biografia de um grande santo português, Gonçalo de Amarante. E, se lhe calhou São Gonçalo, ou lhe tem devoção, não esqueça: honre-o. Faça pontes. "Nasceu em Tagilde, perto de Guimarães, Portugal. Não são conhecidas com precisão as datas da sua vida. Pertenceu ao clero secular, tendo sido pároco. Depois peregrinou 14 anos para visitar os lugares santos, quer da Palestina quer de Roma. Ao regressar à sua paróquia, tendo sido recebido com ameaças e perseguições, optou por uma vida eremítica. Entrou mais tarde na Ordem dos Pregadores e, após ter a...

Dia de São Filipe

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Antigamente, quem entrava na Vida Religiosa, no dia da tomada de hábito, mudava de nome. Não havia grande critério, quem impunha o hábito dizia em Latim: " In saeculo erat nomem tuum N..., in Ordinem vocaberis N... " (No mundo o teu nome era N..., na Ordem será chamado N...). E dia de festa passava a ser o dia da festa do santo e não o dia do nascimento. Com a reforma do Concílio Vaticano II, acabou-se este costume e agora é ao contrário: adopta-se o santo que tem o nosso nome. Hoje é dia de São Filipe, Apóstolo, o santo do meu nome. Nos evangelhos, há alguns episódios em que São Filipe tem algum protagonismo. Sobretuno no de São João. É Filipe quem apresenta Natanael a Jesus; no relato da multiplicação dos pães é a Filipe que Jesus pergunta como hão-de dar de comer a toda aquela gente; é também Filipe quem apresenta uns gregos a Jesus e, no capítulo 14, é Filipe quem interrompe um discurso de Jesus pedindo-lhe que Jesus lhes mostre o Pai, ao que Jesus responde: " Quem m...

O cura d'Ars

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Acabei de ler a extensa biografia do Cura d' Ars. 687 páginas sobre a vida e as virtudes deste santo que motivou a que este ano a Igreja celebrasse o Ano Sacerdotal. Pessoalmente não gosto do época romântica e, por isso, a vida do Cura d'Ars torna-se, a meu ver, demasiado devota para os dias de hoje. Não deixa, no entanto, de ser um exemplo para a Igreja e, de modo especial para os padres: Homem de acção e de oração, fiel e perseverante diante das muitas tribulações que a vida lhe deu, sacrificou a sua vida pelo muito trabalho e pelas mortificações a que se impunha. Viveu na humildade e por isso foi por Deus exaltado. Valeu pelas virtudes. Pode ser que com a sua ajuda eu também as aprenda a viver. Em breve vou ler outra extensa biografia, de um outro santo, contemporâneo deste, também francês e padre: São Marcelino Champagnat, fundador dos Irmãos Maristas, aos quais estou bastante ligado.