Dia de todas as mães

Mudando de data em data, o dia da mãe fixou-se no primeiro domingo de Maio. Talvez por causa das flores de Maio, de ser o mês de Maria... como se fosse preciso justificação para celebrar o dia daquelas que nos deram à luz, que nos criaram e cuidaram, que ocupam os nossos dias e a nossa vida, porque as mães nunca saem da nossa vida, por muito que a distância teime em separar...
Não há nada mais forte e profundo que a ternura de uma mãe. Da nossa mãe. De formas várias, mais ou menos dadas, mais ou menos percebidas, as mães são os nossos troncos, para podermos sobreviver.
Hoje é o dia da minha mãe. Igual a todas as outras e tão diferente de todas as outras. É a minha mãe.
Gosto que os noviços oiçam a canção de Isabel Silvestre sobre as mães. E hoje deixo-a aqui, como homenagem à minha e a todas as mães: obrigado, Mãe, obrigado mães, por terem gasto a vossa vida em função da nossa vida.


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