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Espiritualidade dominicana - textos de apoio (sessão 7)

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Cânones do IV Concílio de Latrão (1215)  Cânone 10 — Sobre a nomeação de pregadores  Porque a palavra de Deus é o alimento da alma e muitos bispos, por diversas ocupações ou impedimentos, não conseguem por si mesmos anunciar a palavra de Deus ao povo que lhes foi confiado, estabelecemos que os bispos providenciem homens idóneos, poderosos em obras e em palavras, que possam exercer proveitosamente o ministério da pregação. Estes devem visitar os lugares confiados ao bispo, anunciar a palavra de Deus e, conforme for oportuno, ouvir confissões e impor penitências, instruindo o povo pela palavra e pelo exemplo. Se algum bispo negligenciar esta obrigação, seja severamente repreendido. Cânone 13 — Sobre não instituir novas ordens religiosas  Para que não surja demasiada diversidade de religiões na Igreja de Deus, que possa causar confusão, estabelecemos firmemente que quem quiser entrar na vida religiosa escolha uma das regras já aprovadas. De igual modo, quem quiser funda...

Oração de sexta-feira santa (a partir da paixão de São João)

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  Senhor Jesus,  Neste dia em que celebramos a tua morte,  nesta hora em que deste a vida por nós,  queremos agradecer o teu amor incondicional.    Queremos pedir perdão pelas nossas infidelidades e incoerências.  Elas envergonham-nos, desfiguram-te e desfiguram o rosto da tua Igreja.    Queremos pedir perdão quando te traímos como Judas; quando te colocamos quase em último lugar, quando nos juntamos para o mal. Pedimos perdão por não sermos gratuitos e andarmos à procura de um lucro fácil e de conhecimentos proveitosos.  Queremos pedir perdão quando somos violentos como Pedro; quando não temos paciência, quando impomos a nossa verdade ou o nosso mau feitio; quando nos precipitamos e erramos no que dizemos e no que fazemos; perdoa-nos pelas vezes em que ferimos quem não tem culpa, sobretudo aqueles que nos são mais próximos e que mais amamos. Perdoa-nos pelas vezes em que em vez da paz e da tranquilidade preferimos a guerra e a confusão....

Espiritualidade dominicana - textos de apoio (sessão 6)

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  (Texto de Bernard Gui (1260-1331) sobre os cátaros)  A seita, a heresia e os sequazes desenvolvimentos dos Maniqueus reconhecem e confessam dois Deuses ou dois Senhores, um Deus bom e um Deus mau. Afirmam que a criação de todas as coisas visíveis e materiais não é obra de Deus. o Pai celeste – aquele a quem chamam o Deus bom –, mas obra do diabo e de Satã, do Deus mau. Distinguem, portanto, dois criadores: Deus e o diabo; e duas criações: uma dos seres invisíveis e imateriais, outra das coisas visíveis e materiais. Do mesmo modo, imaginam duas igrejas: uma, a boa, que é a sua seita, dizem eles, a verdadeira Igreja de Jesus Cristo; a outra, a má, que é a Igreja romana; chamam-na impudentemente mãe das fornicações, grande Babilónia, cortesã e basílica do diabo, sinagoga de Satã [...]. Substituem o baptismo de água por outro, este espiritual, chamado consolamentum do Espírito Santo, quando, por exemplo, recebem uma pessoa, saudável ou doente, na sua seita ou na sua ordem, impo...

Espiritualidade dominicana - textos de apoio (sessão 5)

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  (texto da Legenda de São Domingos, escrita por fr. Pedro Ferrando). Ao chegar a Toulouse, verificando que os habitantes daquela região estavam, havia bastante tempo, corrompidos pela infecção da herética maldade, começou a encher-se de muita compaixão cordial por essa lamentável situação deles. Nessa mesma noite, na hospedaria da cidade onde tinham sido recebidos, o bem-aventurado Domingos, com afável persuasão e irrefutáveis razões, converteu, com a ajuda do Espírito de Deus, à fé católica o seu hospedeiro herege. Não se podia, com efeito, resistir à sabedoria e ao espírito que falava pelo bem-aventurado Domingos.   (Texto do Opúsculo, do Beato Jordão de Saxónia, que relata o encontro do Bispo Diego de Acebes com a comitiva papal para exterminar a heresia).  Não é este, irmãos, a meu ver, não é este o caminho. Creio que é impossível que estes homens que se apoiam mais nos exemplos se voltem para a fé só com palavras. Olhai para os hereges: eles sob o aspecto de piedad...

Espiritualidade dominicana - textos de apoio (sessão 4)

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  (Texto extraído do Opúsculo sobre as origens da Ordem dos Pregadores, do Beato Jordão de Saxónia, sobre a presença de São Domingos no cabido de Osma).  Desde o primeiro momento, Domingos, como uma estrela de alva, irradiou o seu esplendor entre os cónegos, mostrando-se profundíssimo na humildade, sublime na santidade mais do que todos, tornando-se para todos fragrância de vida para vivificar e como o incenso a exalar o seu perfume em dias de Verão. Todos ficaram maravilhados por tão rápido e nunca visto cume de perfeição e concordaram em nomeá-lo subprior para que, colocado num lugar mais alto, iluminasse a quantos o contemplassem, arrastando-os com o seu exemplo. Como uma oliveira que lança rebentos e como um cipreste que se eleva passava os dias e as noites a rezar no templo sem interrupção; mergulhando na contemplação era raro vê-lo fora dos muros do mosteiro. Deus concedera-lhe o dom singular de chorar pelos pecadores, pelos desgraçados e pelos aflitos; as misérias deste...

Espiritualidade dominicana - textos de apoio (sessões 3 e 4)

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  ( texto do Agiológio Dominico, escrito por fr. Manuel de Lima, em 1710, no qual se fala da intervenção divina no nascimento de São Domingos, do seu batismo e origem do nome) 3. Voltando à vida do nosso Patriarca, ensinam muitos autores com Santo Antonino, que fora, santificado no ventre de sua mãe. Nasceu Domingos, e diz o Beato Alano, que ao nascimento assistiu Maria Santíssima, e o recebeu nos braços: mostrando que nascia para brilhante luz, quem principiava a aparecer no mais engraçado firmamento: ou pagando-lhe a Senhora com este antecipado benefício, o incansável desvelo, com que ele havia dilatar os seus cultos. A terra onde o Santo nasceu, e a Rainha celestial assistiu, é experimentado socorro a gravíssimas enfermidades; e por mais que se leve, nunca faz falta: porque visivelmente cresce. No dia do batismo, diz o mesmo Alano, se lhe deputou o nome de Domingos, por expressa intimação de Cristo e de Maria. Outros autores dizem que foi em veneração de São Domingos de Silos: o...

Espiritualidade dominicana - textos de apoio (sessões 1 e 2)

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(apresentação de uma cronologia da vida de São Domingos, apresentada por fr. Vito-Tomás Gómez Garcia, op, publicada no Livro "Santo DOmingo de Guzmán - escritos de sus contemporáneos", Edibesa, 2011)  CRONOLOGIA DA VIDA DE SÃO DOMINGOS  1170 – Data que Teodoro de Apolda assinala para o casamento de Félix e Joana, pais de São Domingos.  1174 – Provável data de nascimento de São Domingos, em Caleruega.  1180 – Por volta de este ano começa a sua formação com o seu tio Gonçalo, arcipreste, em Gumiel de Izán.  1187 – Por volta deste ano começa os seus estudos em Palência (artes/filosofia). [Há uma tradição premonstratense que diz que São Domingos professou e viveu no mosteiro de La Vid entre 1187 e 1193].  1193 – Por volta deste ano, ainda em Palência, começa os seus estudos teológicos.  1196 – Por volta deste ano vende os seus livros para socorrer os pobres, fundando uma “Esmolaria”.  1197 – Por volta deste ano integra o cabido de Osma.  1199 – D...

Os mordomos do Santíssimo Sacramento de Feirão

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Honra seja feita e dada aos mordomos do Santíssimo Sacramento de Feirão. Tarefa árdua têm eles, durante todo um ano. Não tenho consciência de todo o trabalho que levam, mas de algumas coisas vou-me apercebendo e aqui contar. São dois e dividem o ano em duas partes. O trabalho, no entanto, é sempre o mesmo: todos os dias abrem e fecham a igreja, assim como todos os dias sobem à torre da igreja para tocar a Trindades. Em Feirão ainda nada está eletrificado, por isso, o mordomo tem de subir todos os dias para tocar. De inverno e de verão, antes do dia amanhecer e antes de anoitecer. Nestes dias tem sido de manhã pelas 6.30h e à noite pelas 20.40h. Agora que os dias vão diminuindo os toques acompanham a luz do dia: daqui a uns meses toca-se de manhã mais tarde e à tarde mais cedo. Mas imaginar o sacrifício deste compromisso diário. Depois também "tiram a esmola" ao Santíssimo Sacramento, ou seja, fazem os ofertórios da Missa e recebem outras ofertas que as pessoas queiram dar. Es...

Entender a misericórdia

A misericórdia de Deus e a vossa, é o que se pede quando alguém quer entrar na Ordem Dominicana. Conta-se que um provincial, a uns candidatos, lhes terá dito: olha, a de Deus está sempre garantida; a nossa nem sempre. À medida que vou entrando na idade avançada na Ordem - este ano cumpro 26 anos de profissão - vou-me apercebendo de que a misericórdia não pode ter grandes limites. Desde a origem da Ordem que comparada com a rigidez de outras ordens quase destoa. Há casos incríveis, como o do frei Carino, admitido na Ordem mesmo depois de ter assassinado frei Pedro de Verona, o primeiro mártir dominicano. Como seria a vida deste frade? Sempre envergonhado por ter matado um religioso, ou confiante na misericórdia de Deus e da dos irmãos que o acolheram? Esta semana uma notícia impactou os meios de comunicação religiosa: um padre italiano de 35 anos decidiu matar-se. Não se sabe o porquê, tudo aparentemente normal, pároco numa pequena paróquia de pouco mais de 5 mil habitantes. Extrovertid...

Leão XIV: um papa original

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Anda toda a gente a tirar medidas ao papa. Ainda não me cruzei com muita gente que se diga já adepta do papa Leão XIV. Uns ficaram logo assustados por o papa não ter aparecido no dia da eleição com o papa Francisco; outros porque já começou com o latim (esquecendo que a língua oficial do Vaticano e do rito latino é o latim, e que o Papa Francisco celebrou muitas missas e deu muitas bênçãos em latim); outros ainda dizem que o nome é forte e afasta. Seja como for será um pontificado diferente, e uma distinção necessária a fazer é o programa, que para mim é claríssimo que vai na sequência do caminho iniciado pelo Papa Francisco, e outra a personalidade de cada Papa.  Carlo Acutis, que ainda não foi canonizado, dizia que todos nascemos originais mas muitos acabam em fotocópia. Seria um erro querer que o papa Leão XIV fosse uma fotocópia do papa Francisco e creio que nem o papa Francisco gostaria que Leão XIV fosse fotocópia dele. Todos somos diferentes, todos somos originais e o papa L...

São Domingos em Soriano

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  15 de Setembro Relação da milagrosa Imagem de Nosso Pai São Domingos tirada da Cronologia do Convento de Soriano de um Memorial apresentado à Sagrada Congregação no ano de 1694. 1. Chorando os nossos Religiosos do Convento de Bolonha, à roda da pobre cama de seu moribundo Patriarca, a falta de tal Pai e Mestre, ele movido de compaixão para os consolar lhes disse: Não choreis filhos nem vos moleste a minha ausência porque suposto meu retiro é para vos ser mais útil . Morreu ou para melhor dizer subiu a triunfar no Empíreo pelas escadas que sustentavam Cristo e Maria Santíssima, e lembrado da promessa com contínuas experiências de tantos anos tem feito e faz conhecer quanto é poderoso no Céu e quanto ama a seus Filhos na terra, o que mais que em nenhuma outra ocasião quis mostrar quando à semelhança do Salvador parece nos intentou dizer: Aqui me tendes convosco até o fim do mundo se não transubstanciado nas espécies de pão ao menos retratado em uma celestial pintura trazida a Sori...

Apostolado

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  A palavra vem de Apóstolo. Apóstolo significa enviado. E a missão do apóstolo é fazer apostolado. Que, antes de mais, tem como missão anunciar. Anunciar Jesus Cristo, a sua vida e a sua mensagem. O que ele disse o que ele fez. Para ser melhor conhecido e mais amado. Depois o apóstolo é testemunha. Este anúncio é feito na primeira pessoa. Não como alguém que faz propaganda mas a partir de uma experiência íntima e pessoal de Jesus. O anúncio nasce em nós e a partir de nós. A nossa vivência do Evangelho, a nossa presença na Igreja faz de nós testemunhas autênticas de Jesus Cristo. Finalmente, a coerência de vida. Como enviado e como testemunha a sua vida, há-de ser um espelho de Jesus Cristo nas pessoas com quem se cruza. O apóstolo é sal da terra e luz do mundo, duas imagens fortes que Jesus usou; e está sempre disponível para mostrar Jesus aos outros. O Apóstolo há-de evitar o escândalo porque é o descrédito da sua vida e também daquele que anuncia. O apóstolo não faz o que Jesus ...

Quando a misericórdia tem o sabor de Deus

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As leituras deste domingo são de uma grande beleza. Dizem-nos uma verdade que devemos ter sempre presente em nós: Deus não nos abandona.  Na primeira leitura da profecia de Jeremias Deus diz-nos que cuidará de nós. O salmo diz-nos que ainda que tenhamos de passar os vales mais tenebrosos da vida temos confiança porque Deus está connosco. Na segunda leitura a certeza de que a paz que nós desejamos e devemos promover está em Cristo e é uma paz universal. E no Evangelho, Jesus que se compadece de nós e não nos deixa sozinhos. Deus não nos abandona, Deus nunca nos abandona.  Na semana passada ouvíamos Jesus no Evangelho a enviar os seus apóstolos. E hoje o regresso. O evangelho está construído em três tempos: o regresso e o convite de Jesus a um tempo de descanso, a viagem para a outra margem e Jesus, que compadecido de toda aquela multidão, começa a ensinar-lhe os valores do Reino de Deus para que sintam Deus sempre próximo.   Os apóstolos regressam cansados mas alegres...

Uma Igreja sem fariseus

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Retomamos os domingos do tempo comum que nos levarão até ao final de Novembro. Tempo comum porque não celebramos nenhum mistério especial da vida de Jesus embora a Eucaristia dominical seja o lugar privilegiado para o encontro com Jesus e com os irmãos na fé. Retomamos então no IX domingo do Tempo Comum, com esta passagem do evangelho de Marcos que nos fala do confronto dos fariseus com Jesus a propósito da instituição mais sagrada para o povo judeu: o sábado.  Dissemos na quinta-feira passada que o ritmo dos cristãos é a partir do domingo. Apesar de termos o fim de semana o domingo já não faz parte dele. O domingo é o primeiro dia da semana. Amanhã já será segunda-feira. Não há primeira-feira porque ao domingo não há feira. É o dia dos cristãos celebrarem a sua fé na alegria de Cristo ressuscitado. Mas Jesus era judeu e viveu num ambiente judaico. E para os judeus o sábado era uma instituição sagrada. Em dia de sábado ninguém podia trabalhar ou realizar acções de criação, como apa...

Criados para dar fruto

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  O livro dos Actos dos Apóstolos é, na verdade, o livro do Espírito Santo. Em muitas passagens se lê que o Espírito Santo move e inspira, chama e escolhe, fortalece e congrega. Ainda há pouco, na primeira leitura, se ouvia que a Igreja gozava de paz e ia crescendo com a assistência do Espírito Santo. Já dissemos na semana passada que deveríamos dar mais espaço a Jesus e menos a nós. Imaginemos então se deixássemos que o Espírito Santo trabalhasse em nós! Não nós e o Espírito Santo, mas o Espírito Santo e nós.  Na primeira leitura de hoje vimos como Saulo mudou de vida e de atitude depois de ter sido tocado por Jesus. De perseguidor tornou-se discípulo e de discípulo em perseguido. Mas esta leitura também é um convite a vivermos em comunidade e de sermos uma comunidade acolhedora. Vivermos em comunidade significa vivermos unidos e empenhados no verdadeiro amor a Deus e ao próximo.  Uma comunidade acolhedora. Barnabé tem na comunidade um papel importante: aproximar Saulo d...

Um pastor que dá a vida

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  A liturgia pascal tem o objectivo de celebrarmos a ressurreição de Jesus, mas também de a vivermos na nossa vida. É a ressurreição de Cristo a chave que interpreta o nosso agir e o nosso modo de viver. O livro dos Actos dos Apóstolos é disso uma prova: tudo o que muda a vida das pessoas por meio dos apóstolos, as conversões, os milagres, deve-se não ao mérito dos apóstolos nem às suas grandes capacidades, mas somente à fé em Jesus Ressuscitado. Fé em que acreditaram e passaram a testemunhar. O discurso de Pedro que escutámos hoje na primeira leitura acontece depois de um milagre feito por Jesus através deste Apóstolo. Pedro e João sobem ao templo para orar e vêem um coxo à entrada a pedir esmola. E Pedro diz-lhe: “Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho, isto te dou: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda”. E o coxo ficou curado. A multidão fica perplexa, Pedro começa a anunciar Jesus, os sacerdotes do templo apanham Pedro e João e colocam-nos na prisão. Mais tarde...