As mães


Mais uma vez volto a falar das mães. Isto porque hoje, ao almoço, aqui na comunidade, estavam as mães de três frades, com a minha incluída. Creio que foi a primeira vez que tal aconteceu. O motivo? A Missa Nova de um frade da minha Comunidade recentemente ordenado. Não foi combinado. Uma estava porque era o seu filho o novo padre, a outra porque não pôde vir na semana passada e a minha porque preferiu vir hoje. E assim tivemos connosco as nossas mães. De repente até pensei promover um encontro de mães... Quem sabe?
Mas este dia, para mim, traz-me outros motivos que merecem ser aqui lembrados. Um deles é que, há seis anos, também eu celebrava a minha Missa Nova, não aqui mas em Marvila, a minha paróquia de baptismo. Datas que nos marcam, sobre isso também já aqui escrevi.
Também hoje termina, para mim, o ano pastoral. Não sei bem o que isso é, mas sei que entro agora num outro ritmo. E não poderia terminar de melhor maneira: aqui no convento com a já falada Missa Nova, no Campo Grande o baptizado de uma criança e, no final da Missa que lá celebro, uma reunião de avaliação com os vários movimentos que animam a Missa.
É bom projectar e é bom avaliar. É bom sentir-se acompanhado no anúncio do Reino. E é bom ter outros ritmos de vida.

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