Quarenta dias no deserto





Jesus, no deserto, experimenta a força o mal. Ele, que veio trazer e fazer o bem, vê-se confrontado com as estruturas do mal.
O mal provoca, tenta, seduz. Mas Jesus resiste.
Na nossa vida também nós somos confrontados com as estruturas do mal. E também somos tentados. Não tentações de mais ou menos chocolates na Quaresma ou de mais ou menos internet… As tentações são outras: a de substituir Deus pelo poder, pela ganância e pela auto-suficiência.
O que Jesus experimentou em quarenta dias, experimentamos nós a vida toda. Mas a Quaresma é um pequeno exercício de maior autenticidade. Será que a Quaresma mudará ao menos as minhas más intenções, alimentadas pela tentação de ter de ser sempre o melhor em tudo? Bom domingo.

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