IEOP - Crónica do primeiro dia

Começou ontem o encontro dos Provinciais Europeus Dominicanos. O total de pessoas envolvidas são 43. No entanto, um provincial não pôde vir, porque está em Capítulo provincial, e outro que tem a mãe bastante doente... Somos, portanto 41, aos quais tiramos o Mestre da Ordem, seis tradutores e os dois frades do Secretariado.
Depois das Laudes em espanhol - diferentemente dos anos anteriores, este ano a liturgia é celebrada numa das três línguas oficiais da Ordem - e do pequeno almoço, começaram os trabalhos. O fr. Bento Domingues, veio falar à Assembleia sobre a pós-modernidade. Depois desta introdução, fizeram-se trabalhos de grupo, também distribuídos pelas três línguas, que terminou com um plenário e ainda com a partilha de experiências de três provinciais de três províncias diferentes.
Entretanto, a meio da tarde, chegou o Mestre da Ordem. Juntou-se à Assembleia, que acompanhará até ao final, exceto na sexta-feira, dia em que receberá os provinciais que desejem falar com ele pessoalmente.
Depois do jantar fomos passear. Um autocarro da junta de freguesia de São Domingos de Benfica veio buscar-nos para vermos "Lisbon by  night". Fomos ao cimo do parque Eduardo VII para ver a cidade, e descemos a pé até ao Marquês de Pombal. De lá fomos ao Rato e a São Pedro de Alcântara, onde parámos, para ver a cidade: Sé, Castelo, Graça e, em baixo, a igreja de São Domingos.
Outra vez no autocarro fomos pelo Cais do Sodré e pelo Corpo Santo até à Praça do Comércio, onde voltámos a sair para fazer a pé a Rua Augusta. Ao chegar ao Rossio, entrámos na igreja de São Domingos, especialmente aberta para nós, graças à gentileza do Pároco, que muito simpaticamente nos mostrou a igreja, a sacristia, o seu escritório onde se pode ver um canto do antigo convento (antes do terramoto) e ainda o átrio onde está sepultado fr. Luís de Granada, provincial de Portugal.
já em jeito de despedida, bebemos uma ginjinha, e regressámos à casa onde estamos alojados, o Seminário da Torre da Aguilha.
Andam os provinciais contentes. E eu também. Tudo controlado e sem grandes percalços. Não fossem as nuvens estarem tão cinzentas e seria um encontro quase perfeito.
(Dei-me conta ao reler este texto, que mais parece uma redação do primeiro ciclo do que uma crónica... mas enfim. Foi o que saiu.)
(fotografia tirada da net. Vista da cidade a partir do miradouro de São Pedro de Alcântara)

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