O mês da espera

Aproxima-se Dezembro. Em pleno Advento, mês das ânsias, infelizmente mais materiais que espirituais. Tudo gira à volta de um dia, que ainda dá a graça de lembrar o nascimento de um Menino que era Deus. Do um ao vinte e quatro é caminho para o presépio. As montras, as luzes e as prendas deviam ser paisagem mas infelizmente são os ídolos que abafam o presépio.
Mas venham as montras! Pisquem as luzes! Ofereçamos prendas! Lembremo-nos do Natal, que fazemos isto tudo por causa de uma pessoa.
Eu peço frio e calor ao mesmo tempo, chuva, humidade, nevoeiro e até vento, que são as prendas que este mês pode dar. Peço que a estrela me leve àquele sítio onde aquele Menino está à espera. Que não se antecipe o dia, que ele espere a lentidão dos meus passos... Posso demorar mas quero chegar.

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