Silêncio e tanta gente

1984. Maria Guinot leva ao Festival da canção uma das mais bonitas músicas que marcaram a minha infância, juventude e que ainda hoje mexe comigo. Não pelo amor mas pelo constante contraditório da letra: um sim alegre ou um triste não, troco a minha vida por um dia de ilusão... Sempre esta música me disse que também somos contradições. Faz parte da existência humana. Já ontem disse que não tenho jeito para a poesia. Mas acredito que a poesia nasce do silêncio e da solidão. Aliás, para a escrever e para a ler. Também na vida, às vezes o silêncio é bom para escrevermos e lermos a nossa vida. Escrever isto, hoje, neste neste blogue, é porque quer aqui quer na vida, sentimos, às vezes, que a vida é silêncio no meio de tanta gente.

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