Sobre a poesia contemporânea



Os poemas de hoje não têm regra. Os sonetos são obsoletos, nem têm que rimar.
Agora procurar palavras para que haja cadência não faz sentido. Medir as frases é tempo perdido. As quadras são provincianas ou paroquiais, como agora se diz para significar poucochinho.

O antigo passou.

O que conta agora e sempre contou é dizer de forma bela, mais ou menos ordenada, as emoções, as razões. O tema continua o mesmo: a existência.

O poeta escreve por si, é uma necessidade sua. Simplesmente escreve. E impõe a sua regra.

Deixa agora gravado numa folha ou na memória de uma máquina ou ainda num pequeno cartão, os poemas que a vida lhe vai ditando.



(esta imagem encontrei-a na net. Só consegui descobrir que se chama "casa do poeta")

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