Onze do onze de dois mil e onze

Ontem, às onze horas e onze minutos do dia donze do onze do ano de dois mil e onze, estava no céu, que é como quem diz, no avião. A caminho de Roma. Dou-me conta que começa a acontecer com Roma o que já há anos tem acontecido com Fátima: ir em trabalho. E não há tempo para marcar programas extras. Vai-se com pouca antecedência, está-se na reunião e regressa-se ao final do dia ou no dia seguinte de manhã. Mesmo que por ilusão se possa pensar que a reunião acaba antes e pode-se ir à cidade eterna ver esta ou aquela igreja ou ainda a janela da sala de trabalho do Papa.
A grande alegria é que fico hospedado, pela primeira vez, em Santa Sabina. Santa Sabina é uma das mais antigas igrejas de Roma. No século XIII o papa deu-a a São Domingos, e aí viveu e daí se fez a Cúria Geral. Já tinha estado duas vezes neste Convento, mas sempre de visita, de passagem. Desta vez vai ser diferente. Vou em trabalho, uma reunião de preparação de um encontro dos provinciais dominicanos da Europa que, em 2012, será em Lisboa. Vou porque sou o Secretário do encontro. E engane-se quem ache que são títulos ou progressão na carreira... Vai ser é muito trabalho!
Esta reunião vai ser a primeira e única, para projectar a semana, desde horários, lugares, conferências... Tudo será delineado daqui a pouco e, a partir daí, já em Lisboa, montar tudo o necessário para que tudo corra da melhor maneira e Lisboa fique bem vista no acolhimento aos provinciais.

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