Seja Deus servido

A esta hora deveria estar eu a viajar, com destino a Luanda. Mas foi Deus servido e cá fiquei. Estes últimos dias foram de algum stresse, por causa do visto, que iria chegar e não chegou. Não vale a pena conjecturar, atribuir culpas ou o que seja. Mas foi engraçado ver as reacções de algumas pessoas durante o dia de hoje: uns disseram que ainda iria, e que ia ver que ia gostar. Outros, que não ia hoje para ver o Benfica e, outros ainda, como a minha mãe, mandaram-me interpretar como sinal de Deus: é porque não era para ser. No fundo tenho pena de não ter ido. Tinha alguma ilusão. 
Mas, a propósito de missões, nesta semana três congregações religiosas, que me são próximas, vão fundar novas comunidades em Timor: os dominicanos, as dominicanas de Santa Catarina de Sena e as irmãs do Sagrado Coração de Maria. Estas últimas, frequentavam com regularidade a Missa das 17.45h. Hoje, no final da Missa, pedi-lhes que se apresentassem e falassem da sua missão. Ent outras coisas disseram que nos sentiam envolvidos na sua missão. Foi uma bonita despedida. Lembrei-me do "Ei-los que partem", do Manuel Freire. Já à entrada da Sacristia despedimo-nos com um "Vemo-nos em Timor". Talvez... Porque não?

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