Calma de sábado


Voltaram as minhas calmas tardes de sábado. Posso preparar a Missa de amanhã, posso ler, escrever, ouvir música (estou a ouvir Morten Lauridsen, Lux aeterna), e até arrumar um pouco o quarto que, com tanto sair e entrar está um pequeno caos.
Acabaram também as primeiras comunhões. Esta manhã celebrei as Profissões de Fé dos alunos do 6º ano do Externato Marista de Lisboa. Celebração simples em que, adolescentes, comprometem-se com Jesus professando solenemente a sua fé, mesmo que incerta ou inconsciente.
Os acólitos que estavam ao meu lado também fizeram a Profissão de Fé. Vou-me apercebendo que estes rapazes começam a ganhar prática no serviço do altar; já desempenham bem as suas tarefas. O Tomás até me indicava linha-a-linha a leitura da Oração Eucarística.
São importantes as etapas da nossa vida. Mesmo que mais tarde não nos lembremos do dia, importa é celebrá-lo no presente.
Deixo como recordação deste dia as pagelas que dois rapazes com o mesmo nome me ofereceram no final da Missa. O Tomás de quem falei e a quem prometi nomeá-lo neste post, parece até que passa por aqui..., é o Tomás Santos. Força Tomás! E obrigado.

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