Matanças

Este post é só para assinalar uma matança de porco onde estive, no sábado ao fim do dia. Foi um primo meu que o matou (era porca), para consumo interno. Já tinha visto há uns três anos a morte de um cordeiro e muito me lembrei do livro de Isaías a respeito de Jesus: era como o cordeiro levado ao matadouro. A matança de sábado lembrou-me o provérbio que diz: se queres ver o teu corpo mata um porco. E o meu primo lá me foi explicando as várias fases da morte e, ao desmanchá-lo os vários órgãos. Ontem experimentei a carne: boas costeletas! E fico-me por aqui.
Não tirei fotografias, claro está. Mas sabia da existência desta pintura, de Frabritius Barent. Foi assim que ficou, tal e qual, de sábado para domingo.

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